
Sumário
A digitalização da radiologia trouxe ganhos inegáveis de agilidade e acesso às imagens médicas. No entanto, junto com a evolução tecnológica, surgiu uma decisão crítica que muitos gestores subestimam: qual visualizador de imagem DICOM a clínica utiliza no processo diagnóstico.
Essa escolha não é apenas técnica. Na verdade ela envolve responsabilidade legal, reputação institucional e gestão de risco.
Visualizadores gratuitos ou não certificados são comuns no mercado. Funcionam, abrem imagens e parecem resolver o problema. Mas a pergunta central é: eles cumprem todas as exigências legais e regulatórias do Brasil? É exatamente aí que mora o risco jurídico.
Visualizador DICOM não é apenas um software comum
Um ponto essencial, muitas vezes ignorado, é que o visualizador DICOM faz parte do ato médico. A qualidade da imagem exibida influencia diretamente o diagnóstico, o laudo e, consequentemente, a conduta clínica.
Por isso, no Brasil, ferramentas para fins diagnósticos se enquadram como produtos para a saúde, que chamamos de Software como Dispositivo Médico (SaMD). Ou seja, elas devem atender a critérios técnicos, de qualidade e de segurança em conformidade com as RDCs 751/2022 e 657/2022 da ANVISA.
Por isso, utilizar um visualizador sem essas garantias é assumir um risco que não aparece na rotina, mas que pode se tornar crítico em situações de auditoria ou questionamento judicial.
Quais são os riscos dos visualizadores gratuitos?
Visualizadores gratuitos ou open source, embora populares, não passam por avaliação da ANVISA. Não há uma validação oficial que comprove que a fidelidade da imagem, os níveis de cinza, o contraste e a calibração atendem às normas exigidas para uso clínico e diagnóstico.
Em um cenário de processo judicial ou denúncia, a questão não será se o médico é competente ou se o exame foi bem realizado. A pergunta será objetiva: a clínica utilizava um visualizador DICOM certificado pela ANVISA?
Se a resposta for negativa, o risco recai diretamente sobre a instituição. O gestor, como responsável legal, pode ter que responder por permitir o uso de uma ferramenta sem certificação regulatória, mesmo que o erro diagnóstico não seja comprovado.
Responsabilidade legal: o peso está sobre a clínica
É importante deixar claro: o radiologista pode seguir todos os protocolos e o operador de imagem pode executar corretamente o exame. Ainda assim, a responsabilidade pelo ambiente tecnológico é da clínica.
A ausência de um visualizador DICOM certificado ANVISA pode se tornar uma falha de governança e de diligência na gestão. Isso impacta não apenas processos judiciais, mas também auditorias, contratos com operadoras de saúde e a própria credibilidade da instituição perante parceiros e pacientes.
O que muda com um visualizador certificado pela ANVISA?
Um visualizador DICOM certificado ANVISA recebe o reconhecimento oficial como SaMD. Isso significa que ele passou por processos formais de avaliação técnica, documentação e conformidade com normas brasileiras.
Na prática, o registro ANVISA garante que:
- A ferramenta é correta para uso diagnóstico;
- Os critérios de qualidade de imagem foram validados;
- Existe rastreabilidade e responsabilidade do fabricante.
Ou seja, a clínica deixa de operar em uma zona cinzenta e passa a atuar em conformidade regulatória, algo cada vez mais obrigatório no setor da saúde.
Agile Viewer: mais do que um visualizador, uma proteção jurídica
O diferencial do Agile Viewer é ser um visualizador de imagem DICOM com registro na ANVISA. Ele atende especificamente as exigências técnicas e legais do mercado brasileiro, o que muda completamente o papel da ferramenta dentro da clínica.
Ao invés de ser apenas um meio de abrir imagens, o Agile Viewer funciona como uma camada de proteção institucional. Ele demonstra que a clínica adota boas práticas, investe em conformidade e se preocupa com a segurança do paciente e com a sustentabilidade do negócio.
Visualizador como “apólice de seguro” para o gestor
Pensar em tecnologia também é pensar em gestão de risco. Assim como seguros patrimoniais ou de responsabilidade civil, um visualizador com certificação reduz a exposição a passivos ocultos.
Ao adotar um visualizador DICOM certificado ANVISA, a clínica:
- Minimiza riscos jurídicos e regulatórios;
- Está pronta para auditorias e fiscalizações;
- Protege sua reputação e sua operação a longo prazo.
Conformidade não é opcional!
Em radiologia, não basta que a tecnologia funcione. Ela precisa estar regularizada e juridicamente segura. Visualizadores gratuitos podem parecer econômicos no curto prazo, mas expõem a clínica a riscos que nenhum gestor deveria assumir.
O Agile Viewer é uma escolha estratégica: conformidade com a ANVISA, segurança jurídica e tranquilidade para quem responde pelo negócio. Em um cenário cada vez mais regulado, essa decisão não é apenas técnica — é uma decisão de gestão responsável.
Conheça o Agile Viewer e garanta que sua clínica opere com um visualizador DICOM certificado ANVISA, protegendo seu negócio, seus profissionais e seus pacientes.
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